quinta-feira, 10 de janeiro de 2013


Cinquenta e sete pessoas morreram, em 2012, vítimas de violência em bancos e correspondentes bancários.  O número é maior, em relação a 2011, quando 49 mortes foram registradas e ainda mais, se comparado a 2010, que teve 23 óbitos. As informações são do levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), divulgado nesta quinta-feira (10). De acordo com os dados, o tipo de crime mais corriqueiro ainda é a famosa “saidinha bancária”, apesar da queda no número de ocorrências, que passou de 32, em 2011, para 30, em 2012.  Em seguida, vêm os assaltos a correspondentes bancários, com nove em 2012 e cinco em 2011. 

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