terça-feira, 10 de abril de 2012

Nesta vida tudo é passageiro!



“Mais a palavra do Deus de Abrão, Jacó, Isaac, Moises e Alex de Souza” não passará continuará viva no coração daqueles que é temente e obediente aos ensinamentos do livro da vida.

Perdoai para que Deus vos perdoe

  • 1. "Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia." (Mateus, V: 7.)

  • 2. "Se perdoardes aos homens as faltas que fazem contra vós, vosso Pai celeste também perdoará vossos pecados; mas se não perdoardes aos homens, quando vos ofendem, vosso Pai também não perdoará os vossos pecados." (Mateus, VI: 14 e 15.)

  • 3. "Se vosso irmão pecou contra vós, ide e falai-lhe sobre a falta em particular, entre vós e ele. Se vos ouvir tereis ganho um irmão." Então, aproximando-se dele, Pedro disse: "Senhor, quantas vezes perdoarei meu irmão quando ele houver pecado contra mim? Será até sete vezes?" Jesus lhe respondeu: "Eu não digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete." (Mateus, XVIII: 15, 21 e 22.)

  • 4. A misericórdia é o complemento da brandura, porque aquele que não È misericordioso não poderia ser brando nem pacífico; a misericórdia consiste no esquecimento e no perdão das ofensas.

    • O ódio e o rancor demonstram uma alma sem elevação e sem grandeza;

    • o esquecimento das ofensas é próprio das almas elevadas, que estão acima dos males que lhes possam fazer;

    Uma é sempre ansiosa, de uma sensibilidade sombria e cheia de amargura; a outra é calma, plena de mansidão e caridade.

Infeliz daquele que diz eu nunca perdoarei, porque se não for condenado pelos homens, certamente o será por Deus. Com que direito reclamaria o perdão das próprias faltas se não perdoa as dos outros? Jesus nos ensina que a misericórdia não deve ter limites, quando diz para perdoarmos ao nosso irmão, não sete vezes, mas setenta vezes sete.

No entanto, há duas maneiras bem diferentes de perdoar:

  • a primeira é grande, lie, verdadeiramente generosa, sem segundas intenções, tratando com delicadeza o amor-próprio e a suscetibilidade do adversário, ainda que ele tenha toda a culpa;

  • a segunda é quando o ofendido, ou aquele que se crê ofendido, impõe condições humilhantes para perdoar e faz sentir o peso de um perdão que irrita em vez de acalmar. Se ele estende a mão não é com benevolência, mundo: "Vede como sou generoso!"

    Em tais circunstâncias, é impossível que a reconciliação seja sincera tanto de uma parte quanto de outra. Não, isso não é generosidade, é apenas uma maneira da satisfazer o orgulho.

Em qualquer contestação, aquele que se mostra mais conciliador, que demonstra maior desinteresse, caridade e verdadeira grandeza de alma, sempre conquistará a simpatia das pessoas imparciais.

[24 - Capítulo X]


Não é preciso nunca Retribuir injustiça por injustiça, nem fazer mal a ninguém, qualquer seja o mal que nos tenha feito. Poucas pessoas, entretanto, admitirão este princípio e as pessoas que estão divididas não devem senão se desprezar umas às outras.


"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”

Pois a verdade é a palavra de Deus revelada.

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