Comerciários de Itabuna em campanha salarial
Continua o impasse entre os Sindicatos dos Comerciários e Patronal de Itabuna, no que diz respeito às negociações da Campanha Salarial, aberta desde o mês de fevereiro. As propostas voltaram a ser discutidas mais uma vez durante uma reunião realizada na última segunda-feira (05) e, por enquanto, tudo continua do jeito que está.
De um lado, os trabalhadores se queixam do baixo salário e da falta de benefícios. Do outro, os empresários não apresentam nenhuma contraproposta e querem continuar pagando um salário mínimo. Gilson Costa, presidente do Sindicato dos Comerciários, reclama da inflexibilidade da maioria das empresas e não pensa em recuar.
De um lado, os trabalhadores se queixam do baixo salário e da falta de benefícios. Do outro, os empresários não apresentam nenhuma contraproposta e querem continuar pagando um salário mínimo. Gilson Costa, presidente do Sindicato dos Comerciários, reclama da inflexibilidade da maioria das empresas e não pensa em recuar.
Os comerciários querem um piso salarial diferente para cada nível. O nível 1 (Office boy, faxineira, serviços gerais, etc) é de R$ 645,00. Para o 2 (conferente de depósito,empacotador, etc), o valor sugerido é R$ 675,00, nível 2. Já o terceiro nível (caixa) o piso é de R$ 710,00. Atualmente, de acordo com o representante sindical, todos os níveis recebem um piso salarial de apenas R$ 624,00.
Além do aumento de salário, o Sindicato propõe que os patrões cedam alguns benefícios como auxílio creche de R$95,00, cesta básica, auxílio material-escolar e participação nos lucros. Isso se aplicaria a empresas que empregam mais de 30 funcionários. Gilson informa que algumas lojas de grande porte como as Maias e a C&A já adotaram, por exemplo, o auxílio-creche, pagando para as funcionárias, R$ 250,00 e R$ 85,00, respectivamente. O benefício vale para quem tem filhos de 0 a 10 anos.
De acordo com o sindicalista, em torno de 8 mil pessoas sobrevivem do emprego no comércio de cidade.
Além do aumento de salário, o Sindicato propõe que os patrões cedam alguns benefícios como auxílio creche de R$95,00, cesta básica, auxílio material-escolar e participação nos lucros. Isso se aplicaria a empresas que empregam mais de 30 funcionários. Gilson informa que algumas lojas de grande porte como as Maias e a C&A já adotaram, por exemplo, o auxílio-creche, pagando para as funcionárias, R$ 250,00 e R$ 85,00, respectivamente. O benefício vale para quem tem filhos de 0 a 10 anos.
De acordo com o sindicalista, em torno de 8 mil pessoas sobrevivem do emprego no comércio de cidade.

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