Acusado de matar o pai enfrentará o júri popular

Depois de ser ouvido em audiência na Vara do Júri e Execuções Penais de Itabuna na segunda, 4, Gilmar Rodrigues Pereira (foto) foi pronunciado pela juíza Cláudia Panetta. gilmar
As testemunhas de acusação foram ouvidas, exceto M. G. R. P, dispensada pela representante do Ministério Público, Renata Caldas Lazzarini. O defensor público André Maia de Carvalho Martins pediu a instauração de incidente de insanidade mental e o MP concordou.
A juíza diz que embora o crime praticado pelo acusado seja de extrema gravidade e durante a audiência tenha se mostrado ‘estranho’, as testemunhas e parentes disseram que ele sempre teve comportamento social normal com pessoas externas. Só era agressivo com a familia.
A mãe do acusado citou a agressividade e disse que tentou levar o réu ao médico psiquiatra, mas ele sempre respondeu com violência, chegando a ameaçá-la de morte.
A dúvida sobre a sanidade mental é calcada em fundamentos existentes nos autos, como histórico de uso de medicamentos, doença mental anteriormente detectada, uso de drogas ou alcoolismo exacerbado. “Não é o caso. O acusado tentou simular personalidade em audiência”.
“Mas reconheceu as notas que lhe foram apresentadas, uma de R$ 2 e outra de R$ 10; soube dizer o nome do prefeito do município, inclusive que votou nele na última eleição. Soube contar onde e quando trabalhou e silenciar quando não lhe interessava dizer,” afirmou a juíza.
As testemunhas de acusação foram ouvidas, exceto M. G. R. P, dispensada pela representante do Ministério Público, Renata Caldas Lazzarini. O defensor público André Maia de Carvalho Martins pediu a instauração de incidente de insanidade mental e o MP concordou.
A juíza diz que embora o crime praticado pelo acusado seja de extrema gravidade e durante a audiência tenha se mostrado ‘estranho’, as testemunhas e parentes disseram que ele sempre teve comportamento social normal com pessoas externas. Só era agressivo com a familia.
A mãe do acusado citou a agressividade e disse que tentou levar o réu ao médico psiquiatra, mas ele sempre respondeu com violência, chegando a ameaçá-la de morte.
A dúvida sobre a sanidade mental é calcada em fundamentos existentes nos autos, como histórico de uso de medicamentos, doença mental anteriormente detectada, uso de drogas ou alcoolismo exacerbado. “Não é o caso. O acusado tentou simular personalidade em audiência”.
“Mas reconheceu as notas que lhe foram apresentadas, uma de R$ 2 e outra de R$ 10; soube dizer o nome do prefeito do município, inclusive que votou nele na última eleição. Soube contar onde e quando trabalhou e silenciar quando não lhe interessava dizer,” afirmou a juíza.
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