Dano a civis irrita aliados e afeta força anti-Gaddafi
O secretário-geral Amr Moussa manteve apoio à intervenção, mas cobrou explicações: “Queremos proteção de civis, e não bombardeio contra mais civis”.
Os EUA negaram ataques a civis e disseram ter reduzido
“significativamente” defesas de Gaddafi e assumido o controle do espaço aéreo. Na TV estatal, o ditador prometeu “guerra longa”. Mais tarde, um míssil destruiu prédio administrativo no complexo residencial dele.
Em Benghazi, capital rebelde, moradores festejaram recuo de tropas de Gaddafi, relata o enviado especial Samy Adghirni.
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