Promotoria denuncia 2 ex-secretários como mandantes e outros 5 pela morte de ex-prefeito de Jandira
O Ministério Público denunciou nesta segunda-feira (14) sete pessoas acusadas da morte do ex-prefeito de Jandira, Braz Paschoalin. A vítima foi assassinada na manhã do dia 10 de dezembro do ano passado. Dois ex-secretários municipais e um ex-candidato a vereador no município foram denunciados como mandantes do crime.
De acordo com a denúncia oferecida pelo promotor de Justiça Neudival Mascarenhas Filho, Braz Paschoalin foi morto porque havia demitido o secretário de Governo do município e estava se desentendendo com o secretário de Habitação, que também pretendia demitir do cargo.
Ainda segundo a denúncia, havia vários esquemas de corrupção na prefeitura, envolvendo desvios de dinheiro público, licitações fraudulentas, superfaturamento e nomeação de funcionários fantasmas.
Para assumir o controle desses esquemas na prefeitura, os secretários tramaram a morte do prefeito e contrataram quatro pessoas para executar o crime.
Um ex-policial militar ficou encarregado de arrumar as armas para o crime e foi flagrado na véspera do assassinato recebendo grande quantia em dinheiro, que repassou para uma terceira pessoa.
Todos foram denunciados por homicídio triplamente qualificado (mediante pagamento ou promessa de recompensa; à traição, de emboscada, com recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima; e para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime), e por tentativa de homicídio do motorista do prefeito.
De acordo com a denúncia oferecida pelo promotor de Justiça Neudival Mascarenhas Filho, Braz Paschoalin foi morto porque havia demitido o secretário de Governo do município e estava se desentendendo com o secretário de Habitação, que também pretendia demitir do cargo.
Ainda segundo a denúncia, havia vários esquemas de corrupção na prefeitura, envolvendo desvios de dinheiro público, licitações fraudulentas, superfaturamento e nomeação de funcionários fantasmas.
Para assumir o controle desses esquemas na prefeitura, os secretários tramaram a morte do prefeito e contrataram quatro pessoas para executar o crime.
Um ex-policial militar ficou encarregado de arrumar as armas para o crime e foi flagrado na véspera do assassinato recebendo grande quantia em dinheiro, que repassou para uma terceira pessoa.
Todos foram denunciados por homicídio triplamente qualificado (mediante pagamento ou promessa de recompensa; à traição, de emboscada, com recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima; e para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade ou vantagem de outro crime), e por tentativa de homicídio do motorista do prefeito.

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