Ação de ditador falha, e protesto cresce no Egito
O Exército, colocado nas ruas pela primeira vez desde os anos 80, não conteve os protestos. Em várias cidades, militares se confraternizavam com os manifestantes, que chegaram a escrever palavras de ordem até nos tanques, relata André Lobato, de Suez. O tumulto no mundo árabe, iniciado com a queda do ditador da Tunísia há duas semanas, não dá sinais de arrefecimento. Ontem houve manifestações na divisa com a Faixa de Gaza, território palestino controlado pelo Hamas e que faz fronteira com o Egito e Israel.
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